21/05/26
Os trabalhadores dos hospitais Regional de Araranguá, Dom Joaquim de Sombrio, São Marcos de Nova Veneza, Hospital Dia e das Unidades de Pronto Atendimento (Upas) de Criciúma e Cocal do Sul decidiram aceitar a proposta apresentada pelo Instituto Maria Schmitt (Imas), gestor das instituições de saúde.
A proposta aprovada prevê reajuste geral de 4,38% nos salários e aumento do vale-alimentação para R$ 272. Todos os reajustes serão pagos de forma retroativa ao mês de março.
A possibilidade de paralisação dos serviços chegou a ser discutida após a categoria rejeitar inicialmente a proposta patronal. A votação ocorreu entre quarta-feira (20) e quinta-feira (21), por meio de assembleias realizadas nos locais de trabalho.
Ao todo, foram registrados 469 votos, sendo 228 favoráveis à greve, 268 contrários à paralisação e três votos nulos.
Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e região (Sindisaúde), Cleber Ricardo da Silva Cândido, a decisão da maioria dos trabalhadores deve ser respeitada.
“Temos o entendimento de que os trabalhadores mereciam ser mais valorizados. No entanto, a votação da maioria contrária à greve nas assembleias foi um processo democrático e soberano e precisa ser respeitado”, destacou Cleber.